No ano de 1976 foi construído um Barraco, ao lado da Igreja hoje, celebrações da Palavra, construíram uma Igreja de madeira onde vinha um sacerdote de Cacoal celebrar missa. A primeira missa de Rolim de Moura, foi celebrada no dia 14 de fevereiro de 1978, pelo Pe. Franco Vialeto, da Paróquia de Cacoal e a Irmã Iolanda, que acompanhou o vigário naquela viagem, a Padroeira local ficou sendo Nossa Senhora Aparecida. As famílias fundadoras foram: Sebastião Francisco Nobre, João Batista (Batistão), Dirce, Eufrazio, Jair Bonifácio Ferreira.
Em 1980, foi construída, uma Igreja de madeira serrada, foi desmanchada para construir a Igreja Matriz, no dia 22 de Março de 1986, Pe. Tiago, já estava deixando a Paróquia e em abril de 1986 com Pe. João Horan e Irmã Catarina Pratissoli várias reuniões do Conselho de Pastoral Comunitário, Conselho Pastoral Paroquial e outros, neste ano havia na cidade oito Comunidades.
A área foi adquirida pela proprietária, no ano de 2010 e em 2011 iniciaram as primeiras etapas do projeto. Porém, em 2019, a partir da conclusão de uma escadaria com 469 degraus e 82m de altura, além de um zoológico e de outros ambientes e equipamentos, o fluxo de visitantes começou a aumentar gradativamente. :Quando foi adquirida pela proprietária, o local era apenas uma área de pastagem destinada à pecuária.O atrativo está localizado numa região circundada de vales e belezas cênicas,ouseja, numa região geograficamente privilegiada pela natureza. O local tem um caráter sagrado e por isso desperta sentimentos de fé, gratidão e perseverança nos visitantes.
O Santuário Jardim Paraíso idealizado pela proprietária Judite Schock Trento, surgiu segundo ela, após um trato de gratidão com Deus. Doente há anos, ela tinha a visão em seus sonhos, de um lindo lugar, com muitas aves e campos verdes. E esse lugar seria o Jardim Paraíso que para ela é um lugar de paz, contemplação, fé e gratidão.
A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) foi a 15ª ferrovia a ser construída no país, tendo as suas obras sido executadas entre 1907 e 1912. Estende-se por 366 quilômetros na Amazônia, ligando Porto Velho a Guajará-Mirim, cidades fundadas pela EFMM. Após duas tentativas fracassadas para a sua construção no século XIX, espalhou-se o mito de que, mesmo com todo o dinheiro do mundo e metade de sua população trabalhando nas suas obras, seria impossível construí-la. O empreendedor estadunidense Percival Farquar aceitou o desafio e teria afirmado "(...) vai ser o meu cartão de visitas". Foi a primeira grande obra de engenharia civil estadunidense fora dos Estados Unidos após o início das obras de construção do Canal do Panamá, na época então ainda em progresso.